José Saramago ganhou o Nobel da Literatura em 1998. Terá sido também nessa altura, talvez em 99, que tentei ler o “Memorial do Convento”. Li as primeiras páginas e parei. Só me entusiasmei mais tarde, não sei bem quando. Dessa vez li o livro de fio a pavio. Utilizando a construção do Convento de Mafra, Saramago retrata a sociedade portuguesa do início do século XVIII. De um lado o rei, D. João V, a Nobreza, a Igreja e a Inquisição. Do outro lado, o Povo explorado.
Blimunda é a minha personagem preferida, ela que é uma mulher do povo, uma pessoa comum, mas que tem a capacidade de ver a essência das coisas.
(Imagem retirada da Internet.)
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